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POLÍCIA

Empresário alvo da PF tem empresas em Rosário e Poconé; saiba quem é

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O empresário Marcelo Bozetti é um dos alvos da Operação Peso Bruto, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (4), para investigar um suposto esquema de mineração ilegal em Rosário Oeste (128 km ao norte de Cuiabá). A PF aponta que o esquema resultou em um prejuízo de mais de R$ 3 milhões aos cofres da União.

 

Conforme já divulgado, foram cumpridos 3 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, sendo dois em dois prédios do Jardim das Américas e um no Quilombo. A PF ressaltou que não há prisões.

 

Segundo a PF, as investigações apontam que mais de 34 mil toneladas de calcário teriam sido extraídas fora dos limites autorizados pelas licenças ambientais e títulos minerários, causando prejuízo estimado em mais de R$ 3 milhões.

 

Em busca online, é possível ver que Marcelo Bozetti atua como administrador e sócio de empresas ligadas aos setores de mineração, infraestrutura e construção. Também integra o quadro societário de empresas ligadas ao agronegócio e à produção de fertilizantes.

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Entre elas estão a M4 Mineração e Participações, voltada à extração de calcário e dolomita; a Extração e Comércio de Calcário Aliança SPE, sediada em Rosário Oeste; a SB Mineração, em Poconé; a MID Mineração Diamantino; além da MTSul Construções, da MB Infraestrutura e da holding MB Participações S.A.

 

A operação busca apreender documentos, equipamentos eletrônicos e registros contábeis que possam auxiliar na investigação. As diligências continuam para esclarecer a participação individual dos investigados, a extensão do lucro obtido com a atividade irregular e a possível existência de outros envolvidos. Até o momento, a defesa de Marcelo Bozetti não se manifestou sobre a operação.

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POLÍCIA

Acusado de estupro, advogado morre após passar mal em cadeia de VG

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Preso acusado de estupro de vulnerável, o advogado Elias Gomes da Silva, 67, morreu na noite de domingo (2), após ser levado do presídio ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande. Ele passou por uma cirurgia, mas não resistiu e morreu ainda dentro do centro cirúrgico. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte.

 

De acordo com informações apuradas, a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada pela equipe médica para fazer a liberação do corpo da vítima.

 

Preso no dia 18 de julho, suspeito de estuprar uma criança, ele foi levado para o Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, onde foi encontrado com baixo nível de consciência, desidratação e estado de confusão.

 

Socorrido e levado para a unidade de saúde, Elias sofreu uma parada cardiorrespiratória ao dar entrada no centro cirúrgico e acabou morrendo em seguida. Caso é apurado pela DHPP.

 

Prisão

 

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT) determinou a suspensão cautelar do registro profissional de Elias Gomes da Silva.  Segundo nota divulgada na noite de segunda-feira, 20 de julho, foi instaurado processo disciplinar no Tribunal de Ética e Disciplina, respeitando os prazos, bem como o direito da defesa e do contraditório.

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Conforme apurado, o homem foi preso após a mãe da criança denunciar o abuso. Não há detalhes da abordagem do suspeito para o cometimento do crime.

Diante da queixa, ele passou a ser investigado, pois uma testemunha relatou que o acusado mantinha arquivos de relações sexuais em seu computador com várias pessoas.

Após apuração, a polícia chegou até o advogado e o prendeu. Com ele foi recolhida uma carteira com cerca de R$ 1,3 mil em dinheiro, cartões bancários e documentos pessoais. O caso segue sob apuração pela Polícia Civil.

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