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POLÍCIA

Operação descobre que morador de casa de madeira é dono de apê de R$ 6 milhões em SC

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A facção alvo da Operação Replay, deflagrada na manhã desta quinta-feira (30), usava laranjas para esconder o patrimônio de luxo usado por eles. Durante coletiva de imprensa, o delegado Vitor Hugo Caetano relatou que um dos alvos, inclusive, foi preso por esse motivo. Apesar de morar em uma residência simples de madeira, ele tinha em seu nome um apartamento de alto padrão, avaliado em cerca de R$ 6 milhões, localizado de frente para o mar em Balneário Camboriú (SC).

 

“Ele mora em uma casa de madeira simples, totalmente humilde, mas tinha um apartamento de R$ 6 milhões em seu nome. Ele sabia que o imóvel estava registrado em seu nome e, por isso, foi preso. Ele atuava como laranja”, afirmou.

 

Além das prisões, a operação também atingiu o patrimônio da organização criminosa. Conforme a Polícia Civil, foram sequestrados aproximadamente R$ 20 milhões em imóveis e veículos de luxo.

 

Entre os bens estão dois apartamentos e uma residência em condomínio de alto padrão em Santa Catarina. Um dos apartamentos, sendo o de frente para a praia em Balneário Camboriú, e uma casa em condomínio de luxo foram avaliados em cerca de R$ 6 milhões cada.

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A Operação Replay é um desdobramento das operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. De acordo com a investigação, mesmo após as ações anteriores e a prisão da principal liderança da facção, identificada pelas iniciais W.T., o grupo continuou atuando de forma estruturada, com lavagem de dinheiro e movimentação financeira coordenadas de dentro do sistema prisional.

“As operações anteriores reduziram a atuação do grupo, mas ele continuou liderando a facção de dentro da prisão. As provas obtidas demonstraram que a lavagem de dinheiro e as demais atividades criminosas nunca deixaram de acontecer”, destacou o delegado.

 

Ao todo, 7 pessoas foram presas durante a operação. Cinco foram detidas em liberdade e outras duas já estavam no sistema prisional, entre elas W.T., que teve um novo mandado de prisão preventiva cumprido na Penitenciária Central do Estado (PCE).

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POLÍCIA

Empresário de Nova Mutum é preso por estuprar a própria irmã e armazenar pornografia infantil

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Um empresário de Nova Mutum foi preso na quarta-feira (29) por estuprar a própria irmã. Ele também é investigado por armazenamento de pornografia infantil.

O estuprador de 29 anos teve a prisão preventiva decretada pela 3ª Vara da Comarca de Nova Mutum, com base nas investigações do Núcleo Especializado de Defesa da Mulher de Nova Mutum.

Após 10 meses de investigação, os policiais civis conseguiram reunir evidências robustas dos crimes de violência sexual cometidos pelo empresário contra a própria irmã, que era adolescente na época dos fatos.

Durante o curso da investigação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão para recolhimento dos dispositivos eletrônicos usados por ele.

Os aparelhos apreendidos foram analisados pela equipe de investigadores, que identificou inúmeros arquivos com conteúdo de pornografia infantil.

Diante da prática dos crimes, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do pedófilo, pedido que foi prontamente deferido pela Justiça.

Mandado cumprido
Com a ordem judicial, os policiais civis do Núcleo Especializado de Defesa da Mulher de Nova Mutum efetuaram a prisão em uma residência no bairro Flor do Cerrado.

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Em seguida, o preso foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente apresentado e colocado à disposição do Poder Judiciário.

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