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OAB Vila Rica chega aos 23 anos com inauguração da nova sala da advocacia, entrega de carteira e palestra

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Foto da Notícia: OAB Vila Rica chega aos 23 anos com inauguração da nova sala da advocacia, entrega de carteira e palestra

imgFoi inaugurada, nesta terça-feira (29), no Fórum de Vila Rica, a nova sala da 27ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil. O espaço recebeu o nome da advogada Darcy Ribeiro, que, na solenidade, foi homenageada por sua trajetória de trabalhos prestados à advocacia. O dia foi também de entrega de certidão e palestra.
A agenda marcou os 23 anos da Subseção, que abrange também Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Confresa, Luciara, Novo Santo Antônio, Porto Alegre do Norte, Santa Cruz do Xingu, São Félix do Araguaia, São José do Xingu e Serra Nova Dourada.
imgNo evento, a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, foi representada pelo vice-presidente do Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP), Elton Vieira Santos, e o conselheiro curador da ESA-MT, Murilo Souza Guimarães.
imgPresidente da 27ª Subseção, Luana Costa Lico, participou da agenda, com sua diretoria. “Entregamos um espaço atual e harmônico para a advocacia, neste momento histórico para nós”, pontuou.
Participaram do evento a presidente da 14ª Subseção de Peixoto de Azevedo, Fabiane Lemos Melo, que ministrou a palestra sobre gestão, organização e profissionalização de escritórios; ex-presidentes da 27ª Subseção, a advocacia em geral e autoridades da região.
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Keka Werneck
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
Instagram @oabmatogrosso

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Fonte: OAB – MT

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Réu diz que arma usada para matar Zampieri foi pega escondida e afirma ter sido ‘usado’ por executor

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Hedilerson Fialho Martins Barbosa negou qualquer participação no assassinato do advogado Roberto Zampieri e afirmou que Antônio Gomes da Silva, réu confesso pelos disparos, teria pegado escondido a pistola usada no crime. A declaração foi feita nesta quarta-feira (30), durante interrogatório no Tribunal do Júri de Cuiabá.

A versão apresentada por Hedilerson contraria a denúncia do Ministério Público, que o acusa de ter fornecido a arma utilizada na execução. Instrutor de tiro e CAC, ele confirmou ser o proprietário da pistola Taurus 9 mm, mas sustentou que jamais autorizou Antônio a utilizá-la.

Segundo o réu, os dois dividiram um quarto de hotel durante a passagem por Cuiabá. Hedilerson afirmou que veio à Capital para participar de uma competição de tiro e deixou a pistola guardada em uma maleta no quarto. Ao sair para comer com Antônio, não teria levado o armamento.

Durante o depoimento, contou que os dois se separaram e que, ao retornar ao hotel, encontrou Antônio no quarto, suado, como se tivesse caminhado por bastante tempo. Hedilerson afirmou que somente depois de ser preso descobriu que sua arma havia sido apontada pela perícia como a utilizada no assassinato.

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Ao falar sobre Antônio, disse ter se sentido traído e declarou aos jurados que foi colocado no caso por alguém em quem confiava. “Essa pessoa me usou e me colocou na trama”, afirmou.

Hedilerson também negou conhecer Zampieri ou ter ido ao escritório do advogado. Segundo ele, não houve negociação, empréstimo ou qualquer autorização para que Antônio utilizasse sua pistola.

O réu ainda falou sobre a Frente Ampla Patriótica (FAP), grupo do qual participava ao lado do coronel Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, também acusado no processo. Hedilerson afirmou que atuava voluntariamente na produção de vídeos e registros de manifestações e negou que o grupo estivesse envolvido no planejamento de atentados.

O julgamento prossegue com o interrogatório dos réus. Antônio Gomes da Silva já foi ouvido, enquanto Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas ainda deve prestar depoimento.

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