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Moretto leva esperança e cuidado: Saúde da Mulher chega a Cáceres com atendimento gratuito

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), participou da abertura do atendimento do SESC Carreta Mulher nesta quarta (13.03) em Cáceres. A iniciativa, que tem articulação do parlamentar juntamente com a prefeitura da cidade e a Fecomércio, permanece na princesinha do Pantanal até o dia 31 de março.

O projeto do Sesc/Fecomércio realiza os principais exames preventivos referentes à saúde feminina, promovendo o acesso das mulheres aos cuidados médicos. Os exames de papanicolau (citopatológico) e mamografia, são os principais adotados no Brasil para a prevenção de câncer, por meio do diagnóstico precoce.

“Parabéns deputado por trazer a Carreta para a nossa cidade. No Sistema de Saúde demora até um ano para fazer a mamografia, na iniciativa do SESC, no mesmo dia”, destaca Joana Vieira, beneficiada pela ação.

Na solenidade de abertura, estiveram presentes a prefeita de Cáceres, Eliene Liberato (PSB), o secretário municipal de Saúde, Cláudio Henrique, vereadores do municípios e representantes do SISTEMA S.

“É uma causa que eu defendo. Muitas mulheres não fazem o exame nos postos de saúde por vergonha, a carreta é uma oportunidade de as mulheres serem atendidas por pessoas fora do seu círculo social e uma equipe exclusivamente feminina.”, aponta o deputado republicano.

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Durante entrevista a jornalistas, o parlamentar não exitou em agradecer o presidente da Fecomércio MT, Wenceslau Júnior, a prefeita de Cáceres, Eliene Liberato, o secretário de Saúde, Cláudio Henrique e os vereadores da cidade.

“O projeto segue na Região Oeste até meados de julho. Sem o apoio e a articulação com a prefeitura, o Sistema S, e os vereadores da cidade, não conseguiríamos. Obrigado por estarem comigo na atenção da saúde da mulher na minha região”, destacou Moretto.

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MATO GROSSO

“Mato Grosso vai se tornar a Califórnia brasileira”, diz Cidinho Santos

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Ex-senador aponta avanço dos biocombustíveis, biometano e industrialização do agro como motores da transformação econômica do Estado

O avanço da produção de etanol de milho, biodiesel e biometano pode colocar Mato Grosso entre os principais polos de bioenergia e industrialização do país nos próximos anos. A avaliação foi feita pelo ex-senador Cidinho Santos durante o painel “Biocombustíveis e Biometano – potencial de Mato Grosso para a matriz energética nacional”, realizado no Encontro da Indústria do Setor Elétrico 2026, em Cuiabá, nesta terça-feira (12.05).

Segundo ele, o Estado já vive uma transformação econômica impulsionada pela agregação de valor da produção agrícola, expansão da proteína animal, crescimento da infraestrutura logística e avanço de novas fontes de energia renovável.

“Mato Grosso vai se tornar a Califórnia brasileira. Nós teremos produção de grãos, agregação de valor, proteína animal, biocombustíveis, biometano, ferrovias e logística integrada. Nos próximos anos o Brasil vai falar muito de Mato Grosso”, afirmou.

Hoje, Mato Grosso já ocupa posição de destaque nacional na produção de biocombustíveis, sendo o maior produtor de etanol de milho do Brasil e o segundo maior produtor nacional de biodiesel.

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Durante o painel, Cidinho destacou que a industrialização da soja, milho e caroço de algodão criou novas cadeias econômicas no Estado e ampliou a competitividade do agronegócio mato-grossense.

O ex-senador também apontou o biometano como uma das próximas fronteiras energéticas do Estado, principalmente pelo potencial de aproveitamento de resíduos industriais gerados por frigoríficos, usinas e agroindústrias.

“O biometano é algo novo, mas com potencial gigantesco. Os resíduos das indústrias podem se transformar em energia para abastecer a própria operação industrial e gerar ainda mais competitividade para Mato Grosso”, disse.

Para o ex-senador, o crescimento da bioenergia deve caminhar junto com grandes projetos estruturantes em discussão no Estado, como ferrovias, rodovias e o projeto do alcooduto para escoamento da produção de etanol. O empreendimento já possui interesse da iniciativa privada e aguarda inclusão no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o que pode acelerar os processos de licenciamento ambiental.

“A inclusão no PAC não significa dinheiro público. O investimento será privado. Mas isso dará agilidade nos licenciamentos e pode permitir que a obra fique pronta em três ou quatro anos”, explicou.

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O ex-senador também afirmou que a tecnologia vem permitindo novas formas de aproveitamento energético dentro das próprias cadeias industriais, incluindo captura de CO₂, produção de ureia e geração de energia a partir de resíduos orgânicos.

A avaliação é de que o avanço dessas soluções pode reduzir custos industriais, ampliar a segurança energética e fortalecer a industrialização sustentável do Estado.

Cidinho ainda destacou a importância do Encontro da Indústria do Setor Elétrico como espaço para discussão de políticas públicas, inovação e oportunidades ligadas ao setor energético.

“Esse evento reúne toda a cadeia da energia e ajuda a mostrar o potencial que Mato Grosso possui. O Estado precisa aproveitar suas vocações naturais e transformar isso em desenvolvimento”, completou.

Também participaram do painel o diretor de Departamento de Programas de Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); Osório Coelho, o especialista Felipe Souza Marques, presidente do CIBiogás; e o moderador foi o diretor da MT Gás, Toco Palma.

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