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CUIABÁ

CATAR MÉDICO

Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio a atrizes por ataques a enfermeiras

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Câmara de Cuiabá aprovou, por unanimidade, uma moção de repúdio às falas ofensivas sobre profissionais da Enfermagem feitas pela ex-atriz global Daniela Escobar e pela atriz do ramo do entretenimento adulto, Elisa Sanches. Iniciativa foi levada ao plenário pelo vereador Fellipe Corrêa (Cidadania), que decidiu endossar o posicionamento do Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso (Coren-MT).

 

Além do autor, Fellipe, que é filho de enfermeira, a Moção de Repúdio foi subscrita em Plenário por Demilson Nogueira, que é esposo de enfermeira, e também pelos presidente e vice da Casa, Chico 2000 e Rodrigo de Arruda e Sá, e por Dilemário Alencar, Eduardo Magalhães, Luis Cláudio de Castro Sodré, Mario Nadaf, Maysa Leão, Rogério Varanda, Sargento Vidal e Ricardo Saad, que é médico.

 

Em entrevista a um podcast, a atriz Daniela Escobar afirmou que as enfermeiras estariam trabalhando muito arrumadas para “catar médico”. A fala gerou repercussão negativa para Escobar, que acabou se desculpando depois do ocorrido. Mas, com a polêmica em alta, Elisa Sanches também quis se manifestar e comparou hospitais com boates de prostituição.

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“As mulheres são 80% da enfermagem, que é a maior categoria na saúde, e merecem respeito – além de gratidão pela dedicação em cuidar de pessoas e salvar vidas. Assim como o Coren se manifestou em relação às falas depreciativas, estou trazendo essa moção de repúdio porque, como filho de enfermeira, sei o quanto dói a elas e aos seus familiares esse tipo de absurdo e peço apoio dos colegas”, afirmou Fellipe Corrêa.

 

Demilson Nogueira também fez questão de se manifestar na tribuna da Câmara sobre o assunto e disse estar indignado com as falas das duas figuras públicas. “Diante de atos levianos de duas desocupadas, gente de qualidade pequena e que querem comparar as suas vidas com pessoas que fazem da sua profissão um meio de cuidar da vida das pessoas, quero dizer que subscrevo para fazer coro essa moção de repúdio”, asseverou.

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Política MT

Audiência pública reúne lideranças indígenas de todo o Estado no campus da UFMT em Cuiabá

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A deputada em exercício Eliane Xunakalo (PT) presidiu a audiência pública externa “Mato Grosso é Terra Indígena”, realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), no final da manhã desta terça-feira (12), no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. O encontro debateu as demandas dos povos originários mato-grossenses relacionadas à demarcação de territórios, educação, saúde e economia.

Segundo a parlamentar, o resultado da audiência foi positivo. “Ouvimos nossas lideranças e deixamos todos à vontade para se expressarem, seja com críticas ou elogios. Todos os temas debatidos serão encaminhados às autoridades competentes”, afirmou.

Ela explicou que o tema da audiência, “Mato Grosso é Terra Indígena”, tem como objetivo lembrar diariamente a sociedade não indígena de que mais de 60 mil pessoas pertencentes aos povos originários habitam o estado, distribuídas em 86 territórios já demarcados e mais de 20 em fase de demarcação.

“Todas as lideranças aqui presentes, caciques, cacicas, jovens, mulheres, anciãs e anciãos, sabem que Mato Grosso é terra indígena. Estamos no Cerrado, no Pantanal, na Amazônia, nas cidades e nos municípios”, disse.

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Várias lideranças indígenas compuseram a mesa da audiência. Entre elas, Silvano Chue Muquissai, graduado em Direito pela UFMT; Soilo Urupe Chue, psicólogo e pesquisador; José Ângelo da Silveira Nhambiquara, odontólogo; Maurício Kamaiurá, professor, pesquisador e colaborador do Núcleo Intercultural de Educação Indígena Takinahaky, da Universidade Federal de Goiás; e Reginaldo Tapirapé, geógrafo com pós-graduação em Ciências Sociais, Políticas Públicas e Pedagogia, além de professor e educador.

Foto: Ronaldo Mazza

Também fizeram parte da mesa, o deputado Lúdio Cabral (PT), a reitora Marluce Souza e Silva, além de Natasha Slhessarenko.

Acampamento Terra Livre de Mato Grosso (ATL-MT) – A audiência pública integra a 4ª edição do evento, considerado o mais importante evento indígena mato-grossense, reunindo 43 povos atuantes na defesa de seus territórios e na proteção ambiental dos biomas do estado.

O evento mescla debates e a luta por direitos com apresentações culturais e a Feira de Artes Indígenas.

A 4ª edição do ATL-MT é realizada pela Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (Fepoimt) e pela Associação Aqui é Mato, com apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e do Governo do Estado, por meio de recursos da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), viabilizados por emenda parlamentar destinada pelo deputado Lúdio Cabral. O evento também conta com apoio institucional da UFMT.

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Fonte: ALMT – MT

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