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CRISE

Troca de comando no INSS presidente e servidora de carreira assume o cargo

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A decisão foi oficializada pelo presidente Lula (PT), nesta segunda-feira (13), a troca no comando do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Gilberto Waller foi exonerado da presidência do órgão após 11 meses de gestão, sendo substituído por Ana Cristina Viana Silveira, servidora de carreira da autarquia. A mudança ocorre em um momento crítico, no qual o volume de processos aguardando análise atingiu a marca histórica de 3,1 milhões de pedidos em fevereiro de 2026.

De acordo com o Ministério da Previdência Social, a nova presidente tem a missão estratégica de acelerar a concessão de benefícios e simplificar fluxos internos. O ministro da pasta, Wolney Queiroz, destacou que a nomeação de Ana Cristina reforça a presença feminina na alta cúpula do instituto e atende a uma diretriz direta da Presidência da República para solucionar o represamento de demandas.

A saída de Waller é marcada por um histórico de distanciamento entre ele e o ministro. O ex-presidente chegou a ser preterido em eventos oficiais e teve mudanças em cargos de diretoria realizadas durante seu período de férias. Gilberto Waller havia assumido o posto em abril de 2025, após a queda do antecessor, Alessandro Stefanutto, motivada por denúncias de descontos indevidos em folhas de pagamento de aposentados.

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Ana Cristina Viana Silveira ingressou no INSS em 2003 como analista do Seguro Social. Com formação em Direito, ela presidiu o CRPS (Conselho de Recursos da Previdência Social) entre 2023 e 2026, período em que a produtividade nas análises de recursos dobrou. Antes da atual nomeação, ocupava o cargo de secretária-executiva adjunta no ministério.

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POLÍCIA

Ex-esposa diz que servidor do Liceu morto pela PM usava arma para intimidar a família e a agredia, revela delegado

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A ex-esposa de Valdivino Almeida Fidelis, servidor da Escola Estadual Liceu Cuiabano, morto durante intervenção policial na última segunda-feira (11), relatou à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que era agredida por ele durante o relacionamento. A informação foi confirmada pelo delegado Bruno Abreu, responsável pelas investigações.

Segundo o delegado, a mulher afirmou em depoimento que decidiu encerrar o casamento por conta do comportamento agressivo de Valdivino. Ela também relatou que o servidor utilizava uma arma de fogo para intimidar familiares.

O caso aconteceu no bairro Goiabeiras, em Cuiabá. No dia da ocorrência, Valdivino mantinha a enteada dentro da residência e ameaçava matar a jovem caso a polícia fosse acionada.

Equipes do Raio, Rotam e Bope cercaram o imóvel após receberem denúncias sobre a situação. Durante a ação, o servidor foi baleado e morreu ainda no local.

A dinâmica da ocorrência, no entanto, segue sob investigação e apresenta divergências entre o boletim policial e os depoimentos colhidos pela DHPP.

Conforme o boletim da PM, Valdivino apontava uma arma para a cabeça da enteada e teria direcionado o revólver contra os policiais ao perceber a presença das equipes, momento em que foi atingido.

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Já a enteada afirmou em depoimento que, apesar das ameaças e do cárcere privado, ele não chegou a apontar a arma para ela. Segundo a jovem, no momento da entrada dos policiais, o revólver estaria guardado na cintura de Valdivino, enquanto ele segurava um celular e a chave da porta.

Ao comentar o caso, o delegado Bruno Abreu afirmou que os próprios policiais relataram terem sido surpreendidos com a rapidez da situação.

O delegado explicou ainda que a investigação busca esclarecer se os agentes podem ter confundido o celular que estava na mão de Valdivino com uma arma de fogo ou se entenderam que havia risco iminente de morte da enteada.

Valdivino foi atingido por seis disparos. Segundo a DHPP, oito cápsulas foram encontradas no local e o servidor não efetuou tiros contra os policiais.

A Polícia Civil aguarda os laudos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), além dos depoimentos dos policiais envolvidos, para concluir a investigação sobre a legalidade da ação.

Repórter MT

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