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CUIABÁ

POLÍCIA

Secretário preso durante operação é solto ao pagar fiança de dois salários mínimos

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Preso na manhã desta quinta-feira (8), o secretário municipal de Infraestrutura de Juína (735 km ao noroeste de Cuiabá), Jonatas Plinio, não chegou a passar por audiência de custódia na Justiça e foi liberado ainda na delegacia após pagamento de fiança no valor de dois salários mínimos, em torno de R$ 3.200. Ele foi detido por porte ilegal de arma pela Polícia Civil durante a deflagração da Operação Prometheus, que investiga fraude em licitação e crimes contra a administração pública.

 

Segundo divulgado pela Polícia Civil, foram cumpridos 4 mandados de busca e apreensão, sendo eles na residência do secretário, na sede da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), em um estabelecimento comercial de sua propriedade e em um sítio localizado no município de Castanheira, comprado por ele pelo valor aproximado de R$ 2,2 milhões de reais.

 

No momento do cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram localizadas e apreendidas munições na residência do secretário, que teve voz de prisão em flagrante pelo crime de posse ilegal de munição de arma de fogo. Ele então foi conduzido até a Delegacia de Polícia Civil de Juína.

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Diante dos fatos, o investigado foi conduzido até a Delegacia de Polícia Civil de Juína, onde foram tomadas as devidas providências legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

 

De acordo com a investigação, além das infrações penais apontadas, os fatos levantados poderão configurar atos de improbidade administrativa, cuja apuração caberá aos órgãos competentes, conforme a legislação vigente.

 

Gazeta Digital 

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POLÍCIA

Justiça mantém preso acusado de matar colega de trabalho com faca e pauladas

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A Justiça de Mato Grosso decretou a prisão preventiva de Amarildo do Prado, acusado de matar o colega de trabalho Mario Alexander Rojas Caballero, 45, e enterrar o corpo em uma cova rasa em um estacionamento no bairro Baú, em Cuiabá. O crime aconteceu no sábado (23), mas só foi descoberto nessa segunda-feira (25). Ele confessou o crime à Polícia Civil e foi preso em flagrante.

A decisão foi assinada pelo juiz plantonista Moacir Rogério Tortato, nesta terça-feira (26), que considerou presentes os requisitos legais para manter o suspeito preso pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.

“Segundo a autoridade policial, entendeu que a ocultação de cadáver se trata de crime permanente, cuja consumação se protrai no tempo, remanescendo, assim, a persistência do estado de flagrância”, diz trecho da decisão.

O juiz também apontou a gravidade concreta do caso e citou a existência de uma execução penal em curso contra o suspeito, indicando possível reincidência criminal.

 

“Além da gravidade concreta do fato, apta a vulnerar a ordem pública, observa também a existência de execução penal em curso, na qual, em tese, ainda haveria pena a ser cumprida pelo ora apresentado, circunstância que revela renitência delitiva e reiteração criminosa”, afirmou.

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A decisão não detalha crime anterior ao qual o acusado responde.

 

O caso 

Conforme as investigações, Mario foi encontrado parcialmente enterrado na tarde de segunda-feira (25), após policiais serem acionados por uma denúncia sobre um pé humano visível em uma área de obra no estacionamento.

O suspeito, que trabalhava no mesmo local da vítima e mantinha desavenças frequentes com ela, passou a ser monitorado após comparecer ao trabalho com um hematoma no rosto, alegando ter sido vítima de roubo.

Na saída da delegacia, Amarildo ainda chegou a afirmar que foi por legítima defesa. “Foi acerto de contas porque era eu ou era ele. Ele me ameaçou de morte e eu matei”.

 

Segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime aos investigadores e demonstrou a dinâmica do homicídio no local.

 

O caso segue sendo investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

 

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