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POLÍTICA NACIONAL

Para Plínio Valério, ‘ativismo climático’ condena Amazônia à pobreza

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Em pronunciamento na sessão deliberativa desta quarta-feira (15), o senador Plínio Valério (PSDB-AM) afirmou que previsões relacionadas às mudanças climáticas feitas por organismos internacionais não se confirmaram e defendeu uma revisão de políticas ambientais voltadas para a Amazônia. Segundo ele, ideias de “falsos cientistas” e organizações não-governamentais “condenam a uma pobreza eterna” a população amazônica para que a floresta seja preservada.

— A acreditarmos nesses pretensos cientistas, na verdade simples militantes, metade da Amazônia já estaria transformada em savana ou teria sido desertificada. Como sabemos, nada disso aconteceu. Essas teorias, podemos constatar, são meras construções ideológicas — disse o senador.

Plínio Valério afirmou que comunidades da Amazônia enfrentam restrições ao desenvolvimento econômico e criticou medidas que favorecem a criação de novas terras indígenas e restringem a exploração de recursos naturais. Segundo o senador, os moradores da região devem ter acesso a oportunidades de geração de renda, preservando a floresta.

— Eu respeito a ciência, vou respeitar sempre. Eu não respeito os falsos cientistas. Eu respeito quem defende a floresta, eu respeito quem defende a não vulgarização do garimpo na exploração. Só que eu, quando defendo, conheço as famílias, eu os conheço. E esse pessoal que defende não abre mão do laptop, não abre mão do iPhone, viajar de jato, do ar-condicionado — concluiu o senador.

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Por Bruno Augusto, sob supervisão Augusto Castro

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Senado terá semanas de esforço concentrado após o recesso, anuncia Davi

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Antes das eleições de outubro, o Senado fará duas semanas de esforço concentrado, marcadas para agosto e setembro. O anúncio foi feito pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, nesta quarta-feira (15), em Plenário.

As semanas de esforço concentrado serão entre 10 e 14 de agosto e entre 31 de agosto e 3 de setembro, e devem coincidir com os esforços concentrados na Câmara, conforme acordado com o presidente daquela Casa, deputado Hugo Motta. A intenção é garantir a aprovação de proposições pelas duas Casas legislativas na mesma semana.

— Informo a Vossas Excelências que o calendário é exatamente o mesmo que será adotado pela Câmara dos Deputados, permitindo que o Congresso Nacional funcione em plenitude e de modo eficiente e harmônico — informou Davi.

Entre as proposições cuja votação não deve ser concluída no primeiro semestre está a proposta de emenda à Constituição que extingue a chamada escala 6×1 (PEC 221/2019). Também há 57 vetos pendentes de análise pelo Congresso, dos quais 49 trancam a pauta de votações atualmente.

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O esforço concentrado ocorrerá após o recesso parlamentar, que é a suspensão das atividades do Congresso Nacional. O recesso ocorre nos períodos de 18 a 31 de julho e de 23 de dezembro a 1º de fevereiro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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