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‘Melhor trair o partido do que o povo’, diz Mauro, minimizando fidelidade partidária

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O candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), minimizou a importância da fidelidade partidária ao comentar a movimentação de políticos que decidiram apoiar candidatos diferentes daqueles definidos por suas próprias siglas. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Notícia de Frente, da TV Vila Real, canal 10.1.

Ao ser questionado sobre a postura de integrantes de diferentes partidos como o MDB e PL, que estão apoiando Otaviano Pivetta (Republicanos), e isolando Wellington Fagundes, Mauro resumiu sua visão com a frase: “Melhor trair o partido do que trair o povo”.

Segundo o ex-governador, a fidelidade de um político deve estar voltada à família, a Deus e ao eleitor, e não necessariamente ao partido pelo qual foi eleito ou ao qual pertence.

 

“Conceito é: “melhor trair o partido, do que trair o povo”. Nossa fidelidade é a esposa, família, Deus e o povo. Partidos políticos no Brasil não representam muita coisa na cabeça do eleitor. Nossa fidelidade é à esposa, família, Deus e ao povo. Partidos políticos no Brasil não representam muita coisa na cabeça do eleitor”, afirmou.

Mauro argumentou ainda que o eleitor estaria mais interessado no histórico pessoal dos candidatos do que nas legendas às quais pertencem.

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“O eleitor nunca me perguntou qual partido estou. Eu ando por Mato Grosso e pergunto: Você está preocupado com os partidos políticos ou você quer conhecer as pessoas, candidatos, o que ele fez e pode fazer?”, declarou.

A fala ocorre em meio à série de rupturas entre lideranças políticas e seus próprios partidos durante a formação dos palanques para a eleição. Em Mato Grosso, prefeitos e dirigentes partidários passaram a declarar apoio a Pivetta, mesmo quando as siglas adotaram outros posicionamentos ou ainda não oficializaram uma decisão.

Mauro também citou o caso de integrantes do MDB que estão no palanque de Pivetta e questionou por que a postura de políticos de outras legendas não recebe o mesmo destaque.

“E a turma do MDB que está com o Pivetta? Isso tem que noticiar também. Tem muita gente de outros partidos que estão no apoio”, afirmou.

O ex-governador também relembrou a divisão interna do União Brasil durante a definição sobre a eleição ao Governo. Na convenção da sigla, o senador Jayme Campos venceu a votação por 30 votos a 19, mas Mauro manteve seu apoio a Pivetta.

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O episódio fez com que o governador fosse chamado de “traidor” por setores do próprio partido. Ao comentar o caso, Mauro afirmou que já havia conversado com Jayme sobre sua posição e sustentou que tinha liberdade para escolher quem apoiar.

 

“Essa conversa eu tive com Jayme no ano passado. Eu, como qualquer cidadão, tenho direito de apoiar quem quiser. Eu apoio Pivetta e o partido ia decidir o apoio. O partido se chama partido porque é partido. Ele não é unido, embora chamamos de União Brasil. O partido tem várias formas de pensar. O Jayme não era unanimidade, nem eu sou, então, foi natural que houvesse disputa”, disse.

Ao tentar se desvincular da responsabilidade pelo resultado da convenção, Mauro destacou que foi apenas um dos 30 votos favoráveis à posição derrotada por Jayme.

“Quem mandou no partido não foi Mauro Mendes. Ele perdeu por 30 a 19, fui apenas um voto dos 30. Democracia, isso faz parte”, declarou.

 

com informações do GD

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Francieli mobiliza mais de 100 mulheres em ato pelo encerramento do Agosto Lilás

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Prefeita de Santo Antônio de Leverger e coordenadora da campanha de Pivetta na Baixada Cuiabana reúne lideranças femininas em defesa da participação das mulheres na política

Mais de 100 mulheres de Santo Antônio de Leverger participaram, nesta segunda-feira (31), de uma mobilização articulada pela prefeita Francieli Magalhães, durante o encerramento do Agosto Lilás. O encontro integra a agenda “10 Elas”, promovida pelo governador Otaviano Pivetta e pela candidata a vice-governadora Gisela Simona, com foco no fortalecimento da participação feminina e no enfrentamento à violência contra a mulher. Também estiveram presentes no ato o ex-governador Mauro Mendes, candidato ao Senado, e o deputado federal Fábio Garcia, candidato à reeleição ao cargo de deputado federal.

À frente da articulação política da campanha de Pivetta na Baixada Cuiabana, Francieli transforma sua trajetória de representatividade em mobilização. A prefeita, que fez história em Santo Antônio de Leverger ao se tornar a primeira mulher reeleita para comandar o município, agora amplia sua atuação regional e reúne mulheres de Santo Antônio de Leverger em torno de uma pauta que ultrapassa a disputa eleitoral: a presença feminina nos espaços de decisão.

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Agora, como uma das principais articuladoras políticas da Baixada Cuiabana, Francieli leva para a campanha uma característica que já se tornou marca de sua trajetória: a capacidade de reunir pessoas e transformar representatividade em participação.

O ato desta segunda-feira reforça justamente essa mensagem. Mais do que reunir mulheres, a mobilização coloca em evidência a necessidade de ampliar a presença feminina na política, nas decisões e na construção das políticas públicas.

“Quando uma mulher ocupa um espaço de decisão, ela não chega sozinha. Ela abre caminho para tantas outras. E em Leverger as mulheres sabem onde chegar, e para o avanço de Mato Grosso continuar somos Pivetta 10”, afirmou Francieli.

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