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CUIABÁ

PROJETO POR CUIABÁ

Botelho diz que irá implantar estilo da gestão Mauro Mendes

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O deputado estadual Eduardo Botelho (União), atual presidente da Assembleia Legislativa e pré-candidato a prefeito de Cuiabá, anunciou em entrevista nesta segunda-feira (17) na rádio Vila Real, sua intenção de construir um grande arco de alianças para a disputa pela prefeitura. Botelho enfatizou que sua estratégia não envolve a oferta de cargos ou propostas financeiras para atrair partidos.

“Nós queremos um arco de aliança grande por conta do nosso projeto de unir todos por Cuiabá. Não estamos trabalhando com cargos, nós não estamos trabalhando com proposta financeira. A nossa proposta é em cima de projetos, aliás, é bom que se diga: nenhum partido, e posso falar isso com a maior segurança, veio com proposta diferente disso para mim. Nenhum partido veio pedir recurso”, declarou Botelho.

Para enfrentar a crise na prefeitura da Capital, Botelho pretende implementar o estilo de administração do União Brasil, inspirado na política do governador Mauro Mendes. Ele destacou que essa abordagem foi bem-sucedida tanto no governo estadual quanto na Assembleia Legislativa, sendo reconhecida até por candidatos adversários.

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“É a política que o governador Mauro Mendes fez e nós fizemos na Assembleia Legislativa com o Governo do Estado, que está reconhecida inclusive por candidatos adversários nosso, dizendo que o caminho está certo. É essa política que vamos fazer”, afirmou Botelho.

Ele detalhou que sua administração seria técnica e séria, com a participação de diferentes partidos em algumas secretarias, semelhante ao modelo adotado pelo governo estadual. “Uma política técnica, de seriedade, com participações em algumas secretarias, como exemplo no governo, onde o MDB participa com uma secretaria, o PSB também participa, mas as secretarias estratégicas são de escolha pessoal do governador. É essa forma de administrar do União Brasil no governo que aprovamos e vamos adotar na prefeitura”.

A proposta de Botelho visa unir diversas forças políticas em torno de um projeto comum para Cuiabá, priorizando a implementação de políticas eficientes e técnicas que já demonstraram sucesso em outros níveis de governo. A expectativa é que essa abordagem contribua para a superação da crise na administração da capital mato-grossense.

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Política MT

Max Russi afirma que presidente e Câmara não podem intervir; cabe ao Senado ‘tomar das rédeas’ do STF

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Em meio as investigações envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Banco Master, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), avaliou que quem deveria se responsabilizar pela situação é o Senado. O parlamentar comentou que o desgaste na imagem do Supremo é visível e afeta a confiança da sociedade nas instituições.

“Sinceramente, eu acho que tem que ser tomado as rédeas. Isso aí não está sendo legal para o STF, está desgastando muito a imagem do Supremo Tribunal Federal, que é uma instituição que tem que gozar do maior respeito. […] Não tem nenhum brasileiro que esteja feliz, que esteja contente e que providências precisem ser tomadas. Envolve o STF, envolve o Poder Legislativo e coloca todo mundo dentro do mesmo balaio”, afirmou Russi na quarta-feira (09).

Questionado sobre os caminhos para solucionar o impasse, o presidente da ALMT pontuou que o papel central cabe unicamente ao Legislativo, representado pelo senador Davi Alcolumbre (União). Além de ressaltar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os demais parlamentares não possuem prerrogativa para fazer as movimentações que o público tem cobrado.

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“A Casa que precisa fazer algo de forma muito forte e tem condição de fazer isso. A última esperança dos brasileiros é o Senado da República. O presidente da República não tem condição de fazer isso. A Câmara Federal não tem condição de fazer isso. Os Estados não têm condição. A única instituição é o Senado da República”, declarou.

Russi também enfatizou que nenhum cidadão está acima da lei, independentemente do cargo que ocupe.

“Qualquer brasileiro tem que ser submetido aos rigores da lei. Então, pode ser ministro, pode ser deputado, pode ser empresário, pode ser quem for. Eu acho que ninguém está livre, se fizer ilícito, se fizer alguma coisa errada, de passar por um processo de avaliação, de julgamento, porque se fez errado, tem que ser julgado, porque a sociedade brasileira não aceita isso”, declarou.

Por fim, ao comentar sobre a expectativa em relação à atuação do presidente do Senado e o legado dos parlamentares frente a esse momento histórico, Max Russi fez um paralelo com sua própria trajetória no Legislativo estadual. Destacando que a história cobrará posicionamentos de todos os envolvidos, especialmente do Senado.

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“É igual à minha história como presidente da Assembleia. Se eu não fizer as boas defesas, os bons projetos, os bons encaminhamentos, daqui uns anos meus filhos, meus netos vão ver a história que o pai deixou aqui como presidente da Assembleia. Ele [Davi Alcolumbre] vai deixar uma história como presidente do Senado. Se ele for omisso, eu tenho certeza de que a história vai cobrar”.

Cabe ao Senado colocar em pauta e decidir sobre o afastamento de ministros do Supremo.

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