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ALMT aprecia na próxima sessão pedido de parceria para gestão do Hospital Central

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Assegurando que os deputados estaduais trabalham para garantir o que existe de mais moderno e eficiente em termos de saúde com atendimento 100% gratuito, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB) assegurou que todas as medidas legais e necessárias estão sendo adotadas para que Mato Grosso e a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospitalar Albert Einstein (SBIBHAE) firmem parceria na gestão do Hospital Central de Alta Complexidade em Cuiabá.

“Uma das melhores referências em saúde privada no Brasil e na América do Sul é o Hospital Albert Einstein em São Paulo. Só que, agora, essa excelência em atendimento ambulatorial, exames, tratamentos, intervenções, cirurgias e até mesmo em capacitação e residência de novos profissionais médicos e enfermeiros estará à disposição de todos os que procurarem o Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso”, frisou Max Russi.

Russi pontuou durante a sessão matutina desta quarta-feira (9), que é consenso entre os deputados estaduais, “não apenas o fato do governador Mauro Mendes (União) ter tirado do papel uma obra paralisada por mais de quatro décadas, como também o papel do Poder Legislativo e dos demais poderes constituídos como o Judiciário e de órgãos de controle como o Tribunal de Contas de Mato Grosso e o Ministério Público na construção de um esforço para que essa estrutura funcione e acabe com os gargalos que existem na saúde pública”, explicou.

Convocação – O presidente da ALMT aproveitou para conclamar os deputados estaduais a participarem da reunião da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social agendada atendendo pedido do deputado Lúdio Cabral (PT) e aprovado por unanimidade pelos demais deputados, convocando o secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo para a próxima segunda-feira (14), às 9 horas, para explicar de forma detalhada como vai funcionar a parceria de gestão do Hospital Central de Alta Complexidade de Cuiabá e a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospitalar Albert Einstein (SBIBHAE).

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“Nesta segunda-feira, nós, representantes do povo, poderemos tirar todas as dúvidas necessárias para este novo tipo de abordagem de gestão hospitalar proposta pelo governador Mauro Mendes, portanto, é essencial que os deputados participem e esclareçam suas dúvidas pois queremos e vamos votar a Mensagem 41/2025 que trata do Projeto de lei Complementar nº 10/2025 que autoriza o chefe do Poder Executivo a firmar contrato de gestão para operacionalização e execução das ações e dos serviços de saúde a serem executados pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospitalar Albert Einstein (SBIBHAE) no Hospital Central, na próxima semana”, explicou Max Russi, sinalizando que caberá ao secretário Gilberto Figueiredo demonstrar aos deputados estaduais as vantagens desta parceria.

Max Russi afiançou que a maior demanda de todas as cidades é pela busca de melhores serviços e atendimentos em saúde e que ao trazer a grife, a expertise do Hospital Albert Einstein, o Governo de Mato Grosso demonstra compromisso, transparência e principalmente sua busca incansável pelo melhor atendimento para aqueles que dependem do SUS.

“Se levarmos em consideração a atuação do Hospital Albert Einstein na gestão dos Hospitais MBoi Mirim, em São Paulo, e no HUGO, em Goiás, sem contar a própria unidade do Albert Einstein em São Paulo, Mato Grosso está dando um passo gigantesco para atender a demanda das pessoas por uma saúde de melhor qualidade, de maior amplitude, de maior eficiência e em busca de resultados positivos, no caso a saúde das pessoas”, disse o presidente da Assembleia.

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Histórico – O Hospital Israelita Albert Einstein é um hospital privado que conta com um corpo clínico de médicos de diversas especialidades. O hospital é mantido pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, uma entidade sem fins lucrativos.

O hospital é considerado um dos mais modernos da América Latina; administra mais leitos públicos do que privados por meio de parcerias com prefeituras, o governo paulista e o Ministério da Saúde; e tem um corpo clínico de excelência formado por médicos de diferentes especialidades clínicas e cirúrgicas.

Já a unidade de Goiânia – o Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) registrou em 2023, 222.767 atendimentos, sendo 14.501 internações, 42.519 consultas e 129.990 exames. O Hugo é referência em trauma e neurologia clínica.

Já o Hospital Municipal Dr. Moysés Deutsch (M’Boi Mirim), na zona sul, em São Paulo, tem capacidade para 240 leitos, podendo realizar cerca de 1,2 mil internações/mês, pode realizar até 25 mil atendimentos de urgência/mês e oferece consultas ambulatoriais em várias especialidades, realizando cirurgias, partos, exames de imagem e laboratoriais. O hospital atende exclusivamente à rede do SUS.

Fonte: ALMT – MT

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Max Russi afirma que presidente e Câmara não podem intervir; cabe ao Senado ‘tomar das rédeas’ do STF

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Em meio as investigações envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Banco Master, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), avaliou que quem deveria se responsabilizar pela situação é o Senado. O parlamentar comentou que o desgaste na imagem do Supremo é visível e afeta a confiança da sociedade nas instituições.

“Sinceramente, eu acho que tem que ser tomado as rédeas. Isso aí não está sendo legal para o STF, está desgastando muito a imagem do Supremo Tribunal Federal, que é uma instituição que tem que gozar do maior respeito. […] Não tem nenhum brasileiro que esteja feliz, que esteja contente e que providências precisem ser tomadas. Envolve o STF, envolve o Poder Legislativo e coloca todo mundo dentro do mesmo balaio”, afirmou Russi na quarta-feira (09).

Questionado sobre os caminhos para solucionar o impasse, o presidente da ALMT pontuou que o papel central cabe unicamente ao Legislativo, representado pelo senador Davi Alcolumbre (União). Além de ressaltar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os demais parlamentares não possuem prerrogativa para fazer as movimentações que o público tem cobrado.

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“A Casa que precisa fazer algo de forma muito forte e tem condição de fazer isso. A última esperança dos brasileiros é o Senado da República. O presidente da República não tem condição de fazer isso. A Câmara Federal não tem condição de fazer isso. Os Estados não têm condição. A única instituição é o Senado da República”, declarou.

Russi também enfatizou que nenhum cidadão está acima da lei, independentemente do cargo que ocupe.

“Qualquer brasileiro tem que ser submetido aos rigores da lei. Então, pode ser ministro, pode ser deputado, pode ser empresário, pode ser quem for. Eu acho que ninguém está livre, se fizer ilícito, se fizer alguma coisa errada, de passar por um processo de avaliação, de julgamento, porque se fez errado, tem que ser julgado, porque a sociedade brasileira não aceita isso”, declarou.

Por fim, ao comentar sobre a expectativa em relação à atuação do presidente do Senado e o legado dos parlamentares frente a esse momento histórico, Max Russi fez um paralelo com sua própria trajetória no Legislativo estadual. Destacando que a história cobrará posicionamentos de todos os envolvidos, especialmente do Senado.

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“É igual à minha história como presidente da Assembleia. Se eu não fizer as boas defesas, os bons projetos, os bons encaminhamentos, daqui uns anos meus filhos, meus netos vão ver a história que o pai deixou aqui como presidente da Assembleia. Ele [Davi Alcolumbre] vai deixar uma história como presidente do Senado. Se ele for omisso, eu tenho certeza de que a história vai cobrar”.

Cabe ao Senado colocar em pauta e decidir sobre o afastamento de ministros do Supremo.

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