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TV Assembleia ganha novos estúdios e espaço mais moderno

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Quase 20 anos separam os primeiros estúdios da TV Assembleia e a nova estrutura que será inaugurada na próxima segunda-feira (27), a partir das 9h30, na sede da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Novos cenários, equipamentos, mais estúdios, tudo para levar aos cidadãos mato-grossenses as informações sobre o que acontece no Parlamento estadual.

A demanda por novos equipamentos e pela reforma do espaço operacional da TV é antiga e algumas atividades já estavam comprometidas. “A verdade é que a gente tinha vergonha de trazer convidados aqui para os estúdios”, relembra Jaime Neto, superintendente da TV Assembleia.

Ao longo do último ano, todo setor operacional foi transferido para o auditório Licínio Monteiro para que a reforma fosse realizada. Com projeto da equipe de engenharia e arquitetura da Casa, foram criados novos cenários, um cenário virtual, uma nova cabine de direção de imagem, um camarim, um estúdio para intérpretes de libras, sala de reuniões e para equipamentos.

Servidor há 24 anos da Assembleia, Reinaldo Souza se emociona ao lembrar das vezes que já precisou improvisar para garantir que o material fosse produzido. “Mesmo com todas as dificuldades, a gente conseguia fazer o nosso trabalho. Mas agora será muito melhor, temos que agradecer a todos, aos concursados que brigaram pela gente, à secretária de Comunicação e à Mesa Diretora que tornou isso possível”.

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Maximiliano Pereira da Cruz, o Max, relembra de quando tinha que emendar cabo para conseguir gravar as matérias e diz que agora vai ficar muito melhor. Assim como Reinaldo, Max também chegou à Assembleia Legislativa antes da inauguração da TV, ainda na sede antiga, quando o deputado Humberto Bosaipo presidiu o Parlamento estadual.

Presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho destacou os avanços que a TVAL teve nos últimos anos

Presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho destacou os avanços que a TVAL teve nos últimos anos

Foto: MAURICIO BARBANT/ALMT

Para o gerente de operações da TV Assembleia, Jovânio Conceição Assis, poder participar desta entrega é um imenso prazer. “A gente via as dificuldades dos servidores, o constrangimento que havia quando chegava um deputado aqui e via o estúdio como estava. Foi um trabalho muito importante, que contou com o esforço da secretária Rosimeire Felfili e do presidente Eduardo Botelho”.

Antes da reforma do setor operacional, a redação e a área de pós-produção da TV Assembleia também passaram por reformas. “Tivemos grandes mudanças aqui, que vão chegar junto com a ampliação do sinal da TV, tudo para levar as informações sobre o Poder Legislativa com mais qualidade e para um maior número de pessoas”, afirma Jaime Neto que também destaca que, mesmo durante o período de obra, a TV não saiu do ar nem por um dia.

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Homenagem – Durante a cerimônia de inauguração, os servidores Wanderley Oliveira e Arnaldo Pereira Campos serão homenageados pelos trabalhos prestados desde a inauguração da TV Assembleia. Arnaldo Pereira Campos, que morreu em 2020, dará nome ao setor de operações. Já Wanderley Oliveira, falecido em 2021, vai nomear o espaço da redação, área técnica, pós-produção e administrativo.

A inauguração será na próxima segunda-feira (27), às 9h30, e terá transmissão ao vivo pela TV, pelo canal 30.1 na região metropolitana de Cuiabá e 9,2 no interior. No YouTube é possível assistir pelo @TVAssembleiaMT.

Fonte: ALMT – MT

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Max Russi afirma que presidente e Câmara não podem intervir; cabe ao Senado ‘tomar das rédeas’ do STF

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Em meio as investigações envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Banco Master, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), avaliou que quem deveria se responsabilizar pela situação é o Senado. O parlamentar comentou que o desgaste na imagem do Supremo é visível e afeta a confiança da sociedade nas instituições.

“Sinceramente, eu acho que tem que ser tomado as rédeas. Isso aí não está sendo legal para o STF, está desgastando muito a imagem do Supremo Tribunal Federal, que é uma instituição que tem que gozar do maior respeito. […] Não tem nenhum brasileiro que esteja feliz, que esteja contente e que providências precisem ser tomadas. Envolve o STF, envolve o Poder Legislativo e coloca todo mundo dentro do mesmo balaio”, afirmou Russi na quarta-feira (09).

Questionado sobre os caminhos para solucionar o impasse, o presidente da ALMT pontuou que o papel central cabe unicamente ao Legislativo, representado pelo senador Davi Alcolumbre (União). Além de ressaltar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os demais parlamentares não possuem prerrogativa para fazer as movimentações que o público tem cobrado.

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“A Casa que precisa fazer algo de forma muito forte e tem condição de fazer isso. A última esperança dos brasileiros é o Senado da República. O presidente da República não tem condição de fazer isso. A Câmara Federal não tem condição de fazer isso. Os Estados não têm condição. A única instituição é o Senado da República”, declarou.

Russi também enfatizou que nenhum cidadão está acima da lei, independentemente do cargo que ocupe.

“Qualquer brasileiro tem que ser submetido aos rigores da lei. Então, pode ser ministro, pode ser deputado, pode ser empresário, pode ser quem for. Eu acho que ninguém está livre, se fizer ilícito, se fizer alguma coisa errada, de passar por um processo de avaliação, de julgamento, porque se fez errado, tem que ser julgado, porque a sociedade brasileira não aceita isso”, declarou.

Por fim, ao comentar sobre a expectativa em relação à atuação do presidente do Senado e o legado dos parlamentares frente a esse momento histórico, Max Russi fez um paralelo com sua própria trajetória no Legislativo estadual. Destacando que a história cobrará posicionamentos de todos os envolvidos, especialmente do Senado.

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“É igual à minha história como presidente da Assembleia. Se eu não fizer as boas defesas, os bons projetos, os bons encaminhamentos, daqui uns anos meus filhos, meus netos vão ver a história que o pai deixou aqui como presidente da Assembleia. Ele [Davi Alcolumbre] vai deixar uma história como presidente do Senado. Se ele for omisso, eu tenho certeza de que a história vai cobrar”.

Cabe ao Senado colocar em pauta e decidir sobre o afastamento de ministros do Supremo.

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