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Alvo de operação, influenciadora do Tigrinho de VG chora e reage a críticas: “Se houver crime, quem vai pagar somos nós”

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A influenciadora Jéssica Orben Vasconcelos Magalhães, de Várzea Grande, alvo da Operação Aposta Perdida, deflagrada nessa quinta-feira (23) pela Polícia Civil de Mato Grosso, chorou em postagem nas redes sociais e mandou recado aos haters. “Quem vai pagar somos nós”, declarou ao afirmar que as investigações ainda estão em curso e que ainda não tem detalhes do processo, que corre em sigilo. (Veja vídeo abaixo).

Se houver crime e a gente não conseguir provar nesta investigação, quem vai pagar somos nós, fiquem tranquilos que não vai acontecer nada com vocês haters. É um processo sigiloso nós não tivemos acesso ao processo ainda porque meu pai está tratando coisas mais sérias, pois acreditem ou não, piorou”, declarou em postagem aos mais de 24 mil seguidores no Instagram.

Os desabafos foram publicados nos stories, momento em que ela admitiu que foi alvo de busca e apreensão na casa dela e do marido, o empresário Wilton Wagner Magalhães, que também é investigado em esquema de apostas ilegais. Ele é dono da W-Car Multimarcas Eireli e acumula decisões judiciais que apontam problemas recorrentes na venda de veículos pela empresa, com diversas condenações por falhas em negociações.

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Segundo a PJC, os investigados usavam redes sociais para promover os jogos, atraindo participantes com promessas de ganhos fáceis e elevados. O modelo de funcionamento apresentava características típicas de pirâmide financeira, em que os rendimentos dependiam da entrada de novos usuários.

Sim gente, a polícia veio aqui, fez busca e apreensão de alguns bens, nós estamos passando por uma investigação e se a gente está passando por uma inevstigação, não tem nada firmado ainda, não tem nenhum crime ainda porque estamos sendo investigados”, disse.

A empresária Lili Vasconcelos, que se apresenta como influenciadora digital, e o marido, o empresário Erison Coutinho, também estão entre os alvos. Lili é irmã de Jéssica, o que reforça a suspeita de atuação de um mesmo núcleo familiar no esquema.

A influenciadora também mencionou, em seu desabafo, ataques direcionados à família, o que tem a deixado irritada.

Eu sempre traballhei desde os meus 16 anos e o que eu precisar provar eu vou provar para a Justiça. Eu tenho um filho de 11 anos e tenho um marido que trabalha para ca*****, todo santo dia e eu estou passando por essa situação agora. Mas amém (…). É isso, eu só fico triste de ver tanta gente desgraçada desejando mal para a minha família. Todo mundo que me segue sabe que o ponto fracos é minha família”, declarou.

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Repórter MT

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POLÍCIA

Alunos agridem professor com tapa e empurrão em Cuiabá

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Um professor de 67 anos foi agredido por dois adolescentes dentro de sala de aula na Escola Estadual Cívico-Militar Heliodoro Capistrano da Silva, em Cuiabá, na tarde de quinta-feira (23). O caso mobilizou a direção da unidade e a Polícia Militar, que foi acionada logo após o início da confusão.

De acordo com informações repassadas pela própria vítima, o episódio começou após um dos alunos, de 14 anos, se recusar a ocupar o lugar determinado pelo mapa de sala. Mesmo após orientações do professor e de um monitor presente, o estudante insistiu em permanecer em outro assento. Ao tentar intervir, o docente tocou no ombro do adolescente e recolheu o caderno, momento em que foi surpreendido pela reação agressiva.

O aluno desferiu um tapa no tórax do professor, empurrando-o contra a parede. Na sequência, enquanto o docente tentava se afastar, ainda foi atingido com outro golpe nas costas. Para se proteger, ele utilizou o próprio caderno como escudo até conseguir se distanciar.

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Diante da situação, a direção acionou a Polícia Militar e comunicou os responsáveis. Os dois estudantes, de 14 e 15 anos, foram encaminhados à Central de Flagrantes para as providências cabíveis e entregues sem lesões aparentes. A coordenação pedagógica informou que possui imagens da agressão, que foram disponibilizadas às autoridades para auxiliar na apuração.

Em nota, a Diretoria Metropolitana de Educação afirmou que todas as medidas foram adotadas conforme os protocolos institucionais. O professor recebeu atendimento e acompanhamento, enquanto os alunos foram submetidos às medidas pedagógicas e disciplinares previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A instituição também destacou que casos de violência no ambiente escolar são tratados com rigor, com preservação da identidade e da integridade dos envolvidos, e reforçou o compromisso com a segurança de professores e estudantes.

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