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Parque Tecnológico: Um Novo Ciclo para Mato Grosso

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A inauguração do Parque Tecnológico de Mato Grosso, neste 25 de junho, representa a concretização de um projeto estratégico que reposiciona o Estado no cenário nacional e mundial da inovação. O espaço foi concebido para ser centro de tecnologia, atraindo empresas do mundo inteiro, gerando empregos, renda e soluções para os gargalos da nossa economia.

Quando fui secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), entre 2023 e março de 2026, demos o apoio necessário para que essa obra se tornasse realidade depois de muitos anos de paralisação.

Concluímos a obra do Parque, incluindo a pintura artística regional, deixamos parcerias concretizadas, como a EMBRAPII, a fábrica de software e robótica do IFMT, que conta com investimentos pactuados, além do contrato de gestão para os dois primeiros anos que acelerará as ações do Parque Tecnológico de Mato Grosso através da parceria com o PIT de São José dos Campos, que tem como empresas âncoras como Embraer e Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), entre outros.

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Priorizamos a construção do Parque porque o impacto econômico e social direto é um dos pilares da importância deste empreendimento. A projeção é de que sejam gerados cerca de mil empregos diretos de alto desempenho em áreas como engenharia e ciência de dados, com potencial para chegar a três mil postos de trabalho contando os efeitos indiretos.

Além do mais, o modelo de funcionamento será orientado pela demanda empresarial, integrando a formação de profissionais com as necessidades reais do mercado, em parceria com universidades e institutos federais.

Este avanço só foi possível graças a uma articulação institucional. A parceria entre o Governo do Estado, por meio da Seciteci, Prefeitura de Várzea Grande, com o apoio do setor produtivo e da academia, materializa o conceito da “tríplice hélice” que move o Parque. Essa união de esforços é o que garante a viabilidade de um projeto que, após quase uma década de paralisação, agora se torna o maior polo de inovação da região.

Ao atrair gigantes globais, ao mesmo tempo em que fortalece empresas locais de automação agrícola e logística, o Parque estabelecerá uma ponte entre o conhecimento de ponta e as vocações econômicas de Mato Grosso. A estrutura, que conta com usina de energia própria para garantir a sustentabilidade, abrigará laboratórios, coworkings e incubadoras, consolidando-se como um ecossistema completo para o desenvolvimento de novas tecnologias.

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Por tudo isso, tenho orgulho em dizer que o Parque Tecnológico de Mato Grosso é a realização de uma visão de futuro. Mais do que um prédio, é um catalisador para a transformação, que coloca Mato Grosso, já potência agrícola, no caminho para se tornar também uma potência em ciência, tecnologia e inovação.

Allan Kardec Pinto Acosta Benitez é professor, servidor público, mestre e doutor pela UFMT, membro da Academia Mato-grossense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e ex-secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação.

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Sinop

Programa da Prefeitura de Sinop ajuda famílias de Sinop a realizarem o sonho da casa própria

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação, com base na Lei de Assistência Técnica (Lei Municipal nº 2.832/2020) tem fortalecido políticas públicas voltadas à promoção da moradia digna por meio do programa Projetando Sonhos. A iniciativa garante acesso gratuito a projetos arquitetônicos personalizados para famílias de baixa renda, contribuindo para a realização do sonho da casa própria com segurança, planejamento e qualidade.

O programa já existe há mais de cinco anos e tem sido uma importante ferramenta de transformação social, garantindo que famílias em situação de vulnerabilidade tenham acesso a projetos completos, modernos e planejados conforme suas necessidades.

A moradora do Jardim Oriente, Roseli Kegler Rosa, é uma das beneficiadas que possui sua residência já finalizada, com calçada, muro e pintura. Ela celebra a realização de um sonho que parecia distante. “Eu adorei a casa. Foi tudo muito rápido, sem muita burocracia. Eu fiz o processo e logo saiu o projeto. Hoje tenho minha casa pronta e sou muito grata”, destacou.

Roseli conta que jamais imaginou ter uma casa com o padrão e a estrutura que recebeu. Segundo ela, o projeto superou todas as expectativas. “Eu expliquei para a arquiteta como sonhava minha casa, mas não imaginava que ficaria tão bonita. Ficou linda. Estou muito feliz e agradecida”, afirmou. Hoje, com a casa pronta, ela já pensa nos detalhes finais para deixar o imóvel ainda mais com a sua identidade. “Eu adoro plantas. Vou encher de flores e deixar tudo do jeito que sempre quis”, contou.

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Outra história marcada pela emoção é a da moradora do Cidade Alta, Vandeilda Ana da Silva, que viu no programa a oportunidade de sair de uma realidade difícil para a concretização do sonho da casa própria. Com a construção em andamento, ela descreve o sentimento como gratidão. “Sou grata a Deus e a todos que me ajudaram. Cada tijolo que está sendo colocado é motivo de agradecimento. É um sonho sendo realizado”, relatou.

Vandeilda explica que o processo foi mais simples do que imaginava e reforça que muitas pessoas ainda desconhecem o funcionamento do programa. “Muita gente pensa que precisa pagar caro, mas não é assim. Procurei a Prefeitura, levei a documentação e fui orientada em cada etapa. Tudo aconteceu muito rápido”, disse ela destacando a emoção de ver o projeto pronto pela primeira vez. “Quando vi o projeto, comecei a chorar. Era exatamente a casa que eu sonhava. Achei que nunca conseguiria, mas hoje estou vendo esse sonho se tornar realidade”, afirmou.

A arquiteta Gabriela Pedroso Chimello, que atua no setor de Habitação e trabalha diretamente com o programa, explica que o programa foi criado para garantir acesso à assistência técnica especializada às famílias de baixa renda, eliminando barreiras financeiras que muitas vezes impedem a construção regularizada.

“O programa da Prefeitura se chama Projetando Sonhos e oferece projeto arquitetônico sem custo para famílias de baixa renda. Taxa de alvará, imposto de obra e demais custos municipais são isentos. A única taxa necessária é o registro profissional no conselho, que gira em torno de R$ 120 a R$ 130”, explicou.

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Segundo Gabriela, o diferencial do programa é justamente a personalização dos projetos. “Cada projeto é pensado conforme a realidade e a necessidade da família. Não trabalhamos com projeto padrão. As famílias participam de todo o processo e podem escolher o estilo da casa, fachada, layout e distribuição dos ambientes”, destacou.

Inicialmente, os projetos contemplam residências de até 64 metros quadrados, com possibilidade de ampliação futura de mais 16 metros quadrados, totalizando até 80 metros quadrados de área construída. Outro ponto importante é que as famílias podem optar por modelos modernos, incluindo fachadas com platibanda e layouts contemporâneos. “Muitas famílias sonham com uma casa moderna e bonita. Nosso papel é mostrar que isso também é possível dentro de um programa social. É muito gratificante ver esse sonho sair do papel”, completou.

As famílias interessadas em participar do programa podem procurar diretamente o setor de Habitação, localizado junto à Secretaria de Assistência Social, na Rua das Aroeiras, nº 1.128, ou buscar mais informações pelo WhatsApp no número: (66) 9.9235-4561.

O Projetando Sonhos pertence às políticas públicas que promovem dignidade, inclusão social e qualidade de vida, ajudando famílias a transformarem projetos em realidade e sonhos em novos lares.

Fonte: Assessoria da Prefeitura
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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