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"REVITIMIZAÇÃO"

Magno Malta sobre o racismo: “Cadê os defensores da causa animal que não defendem o macaco?”

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Durante uma sessão da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado nesta terça-feira (23), o senador Magno Malta (PL-ES) fez críticas às cobranças por justiça e respeito no novo caso de racismo envolvendo o jogador de futebol Vinicius Júnior, classificando a situação como uma “revitimização”.

O senador também questionou a ausência de defensores da causa animal em relação ao macaco, fazendo um paralelo inapropriado com o caso em questão.

Magno Malta expressou sua opinião durante uma sessão, afirmando: “Você só pode matar uma coisa com o próprio veneno de alguma coisa. Então, o seguinte: cadê os defensores da causa animal que não defendem o macaco? Macaco tá exposto. Veja quanta hipocrisia . E o macaco é inteligente, é bem pertinho do homem, a única diferença é o rabo. Ágil, valente, alegre, tudo o que você pode imaginar, ele tem”.

O senador continuou suas declarações discutidas, sugerindo uma atitude provocativa caso fosse um jogador negro, dizendo: “Eu, se fosse um jogador negro, eu ia entrar em campo com uma cama branca nos braços e ainda dava um beijinho nela. Falava assim: ‘ Ó como não tenho nada contra branco. E eu ainda como se tiver…'”.

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Além disso, Malta alegou que a cobertura da imprensa brasileira sobre o caso, que cobra atitudes das autoridades espanholas e debate o racismo contra o atleta brasileiro. “O mais triste para mim é que as emissoras ficam com esse assunto desde ontem reverberando, revitimizando ele, porque o assunto dá Ibope, para eles ganhar (sic) mais patrocinador (sic). É uma descaração isso”, comentou.

 

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BRASIL

Caixa Econômica tem greve nacional, e Banco do Brasil faz paralisação parcial

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Clientes da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Banco do Brasil são afetados por greve iniciada nesta quinta-feira (10/9). O motivo da paralisação é o descontentamento com as propostas de acordo de convenção coletiva que foram rejeitadas.

Na Caixa, a paralisação ocorre em âmbito nacional, ou seja, em todo o país. No caso do Banco do Brasil, no entanto, a interrupção nos serviços por causa da ausência dos trabalhadores foi definida por algumas localidades.

O principal impasse para os trabalhadores da Caixa é em relação ao plano de saúde. Os empregados querem o fim do teto de pagamento do patrocinador do plano, que hoje é de 6,5% sobre a folha de pagamento. O sindicato pede a volta do modelo anterior, que previa a cobertura de 70% das despesas pela Caixa e 30% pelos funcionários.

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