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CUIABÁ

ELEIÇÃO 2024

“Não tenho muita preocupação”, diz Garcia sobre resultado de pesquisa

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Nesta sexta-feira (31.03), o deputado federal Fábio Garcia, que é um dos membros do União Brasil (UB) que colocou o nome à disposição do partido para concorrer à prefeitura de Cuiabá, em 2024, minimizou o resultado de pesquisas eleitorais que vem sendo divulgadas e disse que não se preocupa, ponderando de que elas não são instrumentos decisórios em uma eleição.

A pesquisa de intenção de votos divulgada pela MT Dados, nessa quinta-feira (30.03), mostrou o deputado atrás de nomes como Abílio Junior, Eduardo Botelho, Lúdio Cabral e José Roberto Stopa.

“A gente daqui para frente vai ter pesquisa para todos os gostos. Não tenho muita preocupação com pesquisa nenhuma, na verdade. Se pesquisa determinasse resultado de eleição a gente teria resultados muito diferentes no Brasil, por exemplo, o Romeu Zema, não seria governador de Minas Gerais nunca, Tarcísio não seria governador de São Paulo nunca, o governador do Distrito Federal também não seria o mesmo. Por tanto, pesquisa é um retrato do momento e a gente tem que se preocupar com trabalho”.

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Garcia ainda disse que casa  instituto tem uma metodologia e que tem um monte de resultado. Quantas vezes vimos pesquisas que erraram resultado eleitoral também. Por tanto, ela é apenas um instrumento, mas não é um instrumento decisório”, completou.

Além disso, Fábio Garcia negou a informação que estaria morando em Rondonópolis e não poderia concorrer a eleição municipal de Cuiabá, reforçando a sua relação pessoal com a baixada cuiabana.

“Não somente sou morador de Cuiabá como a minha família tem uma história longuíssima com esse município. As raízes da minha família são profundas com o município de Cuiabá. O meu avô foi o primeiro prefeito eleito na história dessa cidade. Meu tio foi prefeito de Cuiabá. Portanto, acho que isso é uma bobeira. Foi a cidade que sempre vivi e morei. Continuo morando aqui e trabalhando por Cuiabá”, finalizou.

Além de Garcia, no União Brasil há nomes como o do deputado estadual Eduardo Botelho para uma eventual disputa contra o grupo do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro. Apesar de algumas lideranças do UB afastarem essa discussão eleitoral neste ano, o grupo político do governador Mauro Mendes (UB) deve definir o candidato para o Alencastro após pesquisas eleitorais.

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Política MT

Max Russi afirma que presidente e Câmara não podem intervir; cabe ao Senado ‘tomar das rédeas’ do STF

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Em meio as investigações envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Banco Master, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), avaliou que quem deveria se responsabilizar pela situação é o Senado. O parlamentar comentou que o desgaste na imagem do Supremo é visível e afeta a confiança da sociedade nas instituições.

“Sinceramente, eu acho que tem que ser tomado as rédeas. Isso aí não está sendo legal para o STF, está desgastando muito a imagem do Supremo Tribunal Federal, que é uma instituição que tem que gozar do maior respeito. […] Não tem nenhum brasileiro que esteja feliz, que esteja contente e que providências precisem ser tomadas. Envolve o STF, envolve o Poder Legislativo e coloca todo mundo dentro do mesmo balaio”, afirmou Russi na quarta-feira (09).

Questionado sobre os caminhos para solucionar o impasse, o presidente da ALMT pontuou que o papel central cabe unicamente ao Legislativo, representado pelo senador Davi Alcolumbre (União). Além de ressaltar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os demais parlamentares não possuem prerrogativa para fazer as movimentações que o público tem cobrado.

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“A Casa que precisa fazer algo de forma muito forte e tem condição de fazer isso. A última esperança dos brasileiros é o Senado da República. O presidente da República não tem condição de fazer isso. A Câmara Federal não tem condição de fazer isso. Os Estados não têm condição. A única instituição é o Senado da República”, declarou.

Russi também enfatizou que nenhum cidadão está acima da lei, independentemente do cargo que ocupe.

“Qualquer brasileiro tem que ser submetido aos rigores da lei. Então, pode ser ministro, pode ser deputado, pode ser empresário, pode ser quem for. Eu acho que ninguém está livre, se fizer ilícito, se fizer alguma coisa errada, de passar por um processo de avaliação, de julgamento, porque se fez errado, tem que ser julgado, porque a sociedade brasileira não aceita isso”, declarou.

Por fim, ao comentar sobre a expectativa em relação à atuação do presidente do Senado e o legado dos parlamentares frente a esse momento histórico, Max Russi fez um paralelo com sua própria trajetória no Legislativo estadual. Destacando que a história cobrará posicionamentos de todos os envolvidos, especialmente do Senado.

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“É igual à minha história como presidente da Assembleia. Se eu não fizer as boas defesas, os bons projetos, os bons encaminhamentos, daqui uns anos meus filhos, meus netos vão ver a história que o pai deixou aqui como presidente da Assembleia. Ele [Davi Alcolumbre] vai deixar uma história como presidente do Senado. Se ele for omisso, eu tenho certeza de que a história vai cobrar”.

Cabe ao Senado colocar em pauta e decidir sobre o afastamento de ministros do Supremo.

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