Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ

POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Relações Exteriores discute desenvolvimento nacional com os Brics

Publicado em

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados realizará audiência pública na próxima terça-feira (10) para discutir o desenvolvimento nacional em parceria com os Brics – bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O debate foi solicitado pelos deputados General Pazuello (PL-RJ) e Celso Russomanno (Republicanos-SP) e será realizado às 14h30, em local a ser definido.

Pazuello afirma que, nos últimos anos, o Brasil vem ampliando sua inserção no cenário global por meio de diversas plataformas de cooperação internacional, destacando-se, em especial, o bloco dos Brics.

“Essa aliança tem se consolidado como um dos principais mecanismos de articulação política, econômica e estratégica, com potencial de influenciar diretamente o desenvolvimento nacional e a posição do Brasil nas relações internacionais.”

Pazuello quer discutir os impactos e as oportunidades gerados pela participação do Brasil no bloco.

Crescimento
Celso Russomanno afirma que, até 2028, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brics ultrapassará o do G7 (Grã-Bretanha, Alemanha, Itália, Canadá, França, Japão e Estados Unidos).

Leia Também:  Jovem Senador chega à reta final com redações sobre democracia nas redes

“Os indicadores de PIB somente considerando os cinco países originais dos Brics estarão em 33,6%, ao passo que os PIBs somados dos países do G7 atingirão 27,8% do PIB global”, compara o deputado.

Tendo em vista esses números, Russomanno quer discutir diretrizes que garantam a defesa do interesse nacional nos acordos e deliberações a serem implementados no Brics.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

Lei amplia proteção a doméstica resgatada de trabalho análogo à escravidão 

Published

on

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, com um veto, a lei que amplia a proteção a trabalhadoras domésticas resgatadas de condições análogas à escravidão. A norma garante prioridade no acesso ao Bolsa Família, amplia de três para seis parcelas o seguro-desemprego, cria medidas protetivas e prevê programas de reinserção no mercado de trabalho para as vítimas.

Publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2) como a Lei 15.455/26, a norma tem origem no PL 5760/23, de autoria do deputado Reimont (PT-RJ), aprovado pela Câmara em dezembro de 2024, e pelo Senado no início de junho. O texto também endurece as penas para crimes praticados contra trabalhadores domésticos e altera regras de fiscalização do trabalho na categoria.

A lei permite que juízes adotem medidas protetivas semelhantes às previstas na Lei Maria da Penha, como:

  • afastamento do agressor do domicílio ou do local de trabalho;
  • proibição de contato com a vítima e seus familiares;
  • encaminhamento da trabalhadora à rede de assistência social e psicossocial;
  • e acolhimento emergencial da vítima e sua inclusão no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
Leia Também:  Conorf lança site em comemoração aos 30 anos de atuação

A norma ainda aumenta a pena para lesão corporal praticada contra trabalhador doméstico e permite que a fiscalização do trabalho seja realizada mediante autorização do próprio empregado quando ele residir no local da prestação do serviço.

Segundo dados citados pelo relator do texto no Senado, o senador Paulo Paim, o Brasil registrou 2.772 resgates de pessoas em situação de trabalho análogo à escravidão em 2025, alta de 26,8% em relação aos 2.186 casos registrados em 2024, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.

Veto
O presidente vetou o dispositivo que atribuía ao Poder Judiciário a determinação da inclusão da vítima entre os beneficiários do seguro-desemprego. Na mensagem de veto, o governo argumenta que a exigência criaria uma etapa adicional para acesso ao benefício e poderia atrasar o pagamento. O Congresso Nacional ainda poderá analisar o veto.

Como denunciar
Casos de trabalho análogo à escravidão podem ser denunciados por meio do Sistema Ipê, canal oficial do governo federal disponível na internet. As denúncias podem ser feitas de forma anônima.

Leia Também:  Comissão aprova inclusão de mulher com deficiência no rol exemplificativo da Lei Maria da Penha

Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

Continue Reading

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA