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CORTE DE VERBA

Mauro quer limitar valor de dinheiro público para shows e eventos em R$ 300 mil

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O governador Mauro Mendes (União) quer limitar a destinação de dinheiro público para eventos e shows, por meio de repasses de emendas parlamentares. Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o governador destacou que não considera correto gastar altos valores para contratar artistas, enquanto há outras ações mais importantes para investir.

“Volto aqui a cobrar a nossa Assembleia LegisLativa que vote isso. Se a Assembleia achar que deve continuar dando R$ 1 milhão, R$ 2 milhões para fazer show. A lei está lá com a proposta clara e objetiva do governo, que é limitar isso a um apoio financeiro de até R$300 mil. Eu acho que é um belíssimo apoio financeiro à parte cultural, à parte artística, de entretenimento. É importante, porém nós temos muita coisa importante para ser feita em Mato Grosso”, comentou Mauro.

O governador ainda pontua que o Estado não pode investir tanto dinheiro em produção e contratação de eventos enquanto áreas como a saúde de muitos municípios continuam precárias. “Não pode o município gastar R$ 1 milhão, R$ 2 milhões fazendo show e no dia seguinte ficar reclamando à população que não tem remédio, que a saúde do município está com problema”, finaliza.

 

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A fala ocorreu após prefeitos pedirem à Assembleia legislativa um aumento no teto de gastos com shows e eventos para R$ 600 mil.
Veja vídeo:

 

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Política MT

Max Russi afirma que presidente e Câmara não podem intervir; cabe ao Senado ‘tomar das rédeas’ do STF

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Em meio as investigações envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Banco Master, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), avaliou que quem deveria se responsabilizar pela situação é o Senado. O parlamentar comentou que o desgaste na imagem do Supremo é visível e afeta a confiança da sociedade nas instituições.

“Sinceramente, eu acho que tem que ser tomado as rédeas. Isso aí não está sendo legal para o STF, está desgastando muito a imagem do Supremo Tribunal Federal, que é uma instituição que tem que gozar do maior respeito. […] Não tem nenhum brasileiro que esteja feliz, que esteja contente e que providências precisem ser tomadas. Envolve o STF, envolve o Poder Legislativo e coloca todo mundo dentro do mesmo balaio”, afirmou Russi na quarta-feira (09).

Questionado sobre os caminhos para solucionar o impasse, o presidente da ALMT pontuou que o papel central cabe unicamente ao Legislativo, representado pelo senador Davi Alcolumbre (União). Além de ressaltar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os demais parlamentares não possuem prerrogativa para fazer as movimentações que o público tem cobrado.

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“A Casa que precisa fazer algo de forma muito forte e tem condição de fazer isso. A última esperança dos brasileiros é o Senado da República. O presidente da República não tem condição de fazer isso. A Câmara Federal não tem condição de fazer isso. Os Estados não têm condição. A única instituição é o Senado da República”, declarou.

Russi também enfatizou que nenhum cidadão está acima da lei, independentemente do cargo que ocupe.

“Qualquer brasileiro tem que ser submetido aos rigores da lei. Então, pode ser ministro, pode ser deputado, pode ser empresário, pode ser quem for. Eu acho que ninguém está livre, se fizer ilícito, se fizer alguma coisa errada, de passar por um processo de avaliação, de julgamento, porque se fez errado, tem que ser julgado, porque a sociedade brasileira não aceita isso”, declarou.

Por fim, ao comentar sobre a expectativa em relação à atuação do presidente do Senado e o legado dos parlamentares frente a esse momento histórico, Max Russi fez um paralelo com sua própria trajetória no Legislativo estadual. Destacando que a história cobrará posicionamentos de todos os envolvidos, especialmente do Senado.

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“É igual à minha história como presidente da Assembleia. Se eu não fizer as boas defesas, os bons projetos, os bons encaminhamentos, daqui uns anos meus filhos, meus netos vão ver a história que o pai deixou aqui como presidente da Assembleia. Ele [Davi Alcolumbre] vai deixar uma história como presidente do Senado. Se ele for omisso, eu tenho certeza de que a história vai cobrar”.

Cabe ao Senado colocar em pauta e decidir sobre o afastamento de ministros do Supremo.

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