Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ

Ministério Público

MP pede anulação da diplomação de vereador

Publicado em

O Ministério Público Eleitoral ingressou com uma liminar contra a expedição de diploma do vereador eleito Sebastião Sérgio dos Reis de Paula, de Água Boa. O MPE argumenta que o candidato se tornou inelegível após a confirmação de uma sentença que o condenou à prisão de 11 anos e quatro meses por associação criminosa e posse de armas de fogo. A diplomação ocorreu na quarta-feira (04).

O promotor eleitoral Luis Alexandre Lima Lentisco destacou que no momento do registro da candidatura ainda não se enquadrava em inelegibilidade, já que ele tinha recorrido da decisão e aguardava nova decisão. O recurso foi julgado improcedente, com a confirmação da sentença condenatória por unanimidade, em 30 de outubro.

Conforme o promotor, a condenação torna “inequívoca a ilegibilidade” e o vereador não tem “capacidade eleitoral ativa, não podendo ocupar cargo político eletivo”, impossibilitando o exercício do cargo.

(Repórter MT)

Leia Também:  MPF revela ameaças e coação contra contadora da Unimed que identificou irregularidades
Advertisement

Ministério Público

Declaração sobre “fêmea submissa” reforça acusação de feminicídio contra oficial da PM

Published

on

A denúncia do Ministério Público de São Paulo contra o tenente-coronel da Polícia Militar, Geraldo Leite Rosa Neto, revela detalhes de um relacionamento marcado por episódios de violência, controle e abusos psicológicos contra a esposa, a policial militar Gisele Alves Santana. O caso ganhou repercussão após a Justiça aceitar a acusação e determinar a prisão preventiva do oficial.

Segundo o Ministério Público, o militar é acusado de feminicídio qualificado, por motivo torpe e com uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, além de fraude processual, sob suspeita de tentar simular um suicídio para encobrir o crime.

Entre as provas reunidas estão mensagens trocadas pelo casal. Em uma delas, o oficial afirma exercer “autoridade de macho alfa provedor”, enquanto se refere à esposa como “fêmea beta obediente e submissa”. Em outro trecho, ele se autodenomina “príncipe e soberano”. Já a vítima, dias antes da morte, relatou agressões físicas e desrespeito no relacionamento.

De acordo com a denúncia, o crime teria ocorrido na manhã de 18 de fevereiro, no apartamento onde o casal vivia. Os promotores sustentam que, durante uma discussão, o tenente-coronel teria efetuado um disparo de arma de fogo contra a vítima.

Leia Também:  MPF revela ameaças e coação contra contadora da Unimed que identificou irregularidades

Após o ocorrido, ainda conforme o Ministério Público, o militar teria alterado a cena do crime na tentativa de simular suicídio. O documento aponta indícios de manipulação do corpo, reposicionamento da arma e ocultação de vestígios, além de atraso no acionamento do socorro.

A investigação também indica um histórico de violência no relacionamento, incluindo agressões físicas, psicológicas e tentativas de isolamento da vítima de familiares e amigos. Há ainda relatos de exigências e comportamentos considerados abusivos.

Para os investigadores, o crime pode ter sido motivado pela intenção da vítima de encerrar o relacionamento. Dias antes da morte, ela teria procurado apoio da família e manifestado o desejo de se separar.

Inicialmente tratado como suicídio, o caso passou a ser investigado como morte suspeita após inconsistências na versão apresentada. Com base em laudos periciais e novos elementos, houve a reclassificação para feminicídio.

Diante dos indícios, a Justiça determinou a prisão preventiva do oficial e seu afastamento das funções. O caso será julgado pelo Tribunal do Júri.

Em nota, a defesa do acusado nega as acusações e sustenta que não houve feminicídio nem fraude processual, afirmando que a morte da policial foi um suicídio. O processo segue em tramitação.

Leia Também:  Declaração sobre “fêmea submissa” reforça acusação de feminicídio contra oficial da PM

Continue Reading

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA