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Justiça nega reajuste no adicional de insalubridade de policiais penais de MT

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A Justiça negou o pedido do Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso para mudar a forma de cálculo do adicional de insalubridade pago à categoria. A decisão, disponibilizada no domingo (28), é do juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas.

O sindicato pretendia que o benefício deixasse de ser pago em valores fixos e passasse a ser calculado sobre o subsídio dos servidores, com percentuais de 10%, 20% e 40%, o grau de exposição a condições insalubres. A ação também cobrava o pagamento das diferenças referentes aos últimos cinco anos.

Atualmente, o benefício segue os valores estabelecidos pela legislação estadual. Após reajuste promovido em maio deste ano, as quantias passaram para R$ 135, R$ 250 e R$ 500, de acordo com o grau de insalubridade, com efeitos retroativos a janeiro de 2026.

Na ação, a entidade argumentou que o modelo de pagamento estaria defasado. O magistrado, porém, entendeu que não cabe ao Judiciário alterar critérios de remuneração definidos em lei.

Durante o processo, o sindicato também tentou incluir um pedido relacionado ao uso de scanners corporais nas unidades prisionais. A entidade solicitou adicional de insalubridade em grau máximo ou pagamento de 30% de periculosidade, alegando exposição dos servidores à radiação.

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Esse pedido não foi analisado no mérito. Segundo a decisão, a inclusão de novas reivindicações depois da citação do Estado não atendia às regras processuais.

Com a sentença, permanece válida a atual forma de pagamento do adicional de insalubridade aos policiais penais de Mato Grosso, baseada em valores fixos.

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OAB-MT requer suspensão de audiências e outras atividades por instabilidade do PJe

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Foto da Notícia: OAB-MT requer suspensão de audiências e outras atividades por instabilidade do PJe

imgA Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) requereu, nesta segunda-feira (28), ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) a suspensão de atos e atividades jurisdicionais, incluindo audiências, até o completo restabelecimento do PJe.
Em ofício encaminhado ao presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, relatou inúmeras demandas recebidas pela Seccional desde as primeiras horas do dia, diante da instabilidade do sistema e da dificuldade de acesso. A situação tem impedido, em muitos casos, o protocolo e a distribuição de processos, inclusive de medidas urgentes, além de prejudicar audiências já designadas.
“Não estamos falando apenas de uma instabilidade do sistema. Quando a advocacia não consegue acessar o PJe, protocolar uma medida ou participar de uma audiência, o contraditório e a ampla defesa ficam comprometidos. Isso prejudica diretamente o exercício da Advocacia e o cidadão”, pontua a presidente Gisela Cardoso.
No entendimento da OAB-MT, a realização de audiências sem acesso efetivo ao Pje pela advocacia quando não impede, limita e muito o exercício profissional. “Por isso, o cancelamento das audiências é a medida mais adequada para preservação de direitos, da ampla defesa e do contraditório plenos”, ressalta Gisela.
Assim como o cancelamento das audiências, a Ordem também requereu a ampliação dos canais de atendimento para medidas urgentes, como habeas corpus, mandados de segurança, liminares, revogações de prisão e antecipações de tutela, inclusive com possibilidade de recebimento por e-mail ou outro meio de acesso ao Judiciário, para evitar o perecimento de direitos.

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Keka Werneck
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
Instagram @oabmatogrosso

Fonte: OAB – MT

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