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Thiago Silva confirma a construção de um novo Centro de Operações em Rondonópolis

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Após solicitação do deputado estadual Thiago Silva (MDB), o secretário Estadual de Segurança (Sesp), Coronel Cesar Roveri, confirmou, na última semana, a construção de uma nova unidade do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP), em Rondonópolis.

Essa nova unidade de gestão compartilhada da Sesp, terá por finalidade centralizar e otimizar os serviços de atendimento e despacho de ocorrências de emergência em Rondonópolis e toda a região.

“Um novo Centro de Operações de Segurança, em Rondonópolis, é fundamental para viabilizarmos melhores condições de atuação aos servidores e para otimizar o atendimento de ocorrências nos bairros e distritos”, comenta o parlamentar.

O novo prédio deve ter um espaço físico maior para que possa abrigar adequadamente todas as operações e equipes necessárias, além de permitir a implantação de serviços tecnológicos de ponta com videomonitoramento e geolocalização.

O secretário da Sesp informou que o novo Centro de Operações será amplo e moderno. “Já estamos garantindo a construção de um Ciosp novo, com infraestrutura maior e que será essencial para o trabalho das forças de segurança de Rondonópolis, como é o caso da Polícia e Bombeiros Militar, Politec e Polícia Civil”, afirmou Roveri.

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Ele acrescenta que o Ciosp coordenará as ações de respostas integradas às solicitações emergenciais, colaborando no controle operacional da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Judiciária Civil e da Politec, garantindo que atuem de forma complementar e harmônica nas ações de campo.

Atuando de forma integradas no Ciosp, as instituições de segurança farão a gestão compartilhada de meios materiais, humanos e de informações buscando a eficiência e efetividade das ações de segurança, o que resulta em um melhor atendimento a sociedade.

O Ciosp fará uso de tecnologia de ponta, dentre elas, sistemas para transmissão de voz e dados, localização automática de veículos, vigilância eletrônica e geoprocessamento com o uso de mapa digitalizado. Todas as tecnologias estão integradas por um sistema informatizado para atendimento ao cidadão e despacho de ocorrências chamado de Sistema Integrado de Operações de Segurança Pública com Georreferenciamento (SIOSP-GEO).

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Max Russi afirma que presidente e Câmara não podem intervir; cabe ao Senado ‘tomar das rédeas’ do STF

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Em meio as investigações envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Banco Master, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), avaliou que quem deveria se responsabilizar pela situação é o Senado. O parlamentar comentou que o desgaste na imagem do Supremo é visível e afeta a confiança da sociedade nas instituições.

“Sinceramente, eu acho que tem que ser tomado as rédeas. Isso aí não está sendo legal para o STF, está desgastando muito a imagem do Supremo Tribunal Federal, que é uma instituição que tem que gozar do maior respeito. […] Não tem nenhum brasileiro que esteja feliz, que esteja contente e que providências precisem ser tomadas. Envolve o STF, envolve o Poder Legislativo e coloca todo mundo dentro do mesmo balaio”, afirmou Russi na quarta-feira (09).

Questionado sobre os caminhos para solucionar o impasse, o presidente da ALMT pontuou que o papel central cabe unicamente ao Legislativo, representado pelo senador Davi Alcolumbre (União). Além de ressaltar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os demais parlamentares não possuem prerrogativa para fazer as movimentações que o público tem cobrado.

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“A Casa que precisa fazer algo de forma muito forte e tem condição de fazer isso. A última esperança dos brasileiros é o Senado da República. O presidente da República não tem condição de fazer isso. A Câmara Federal não tem condição de fazer isso. Os Estados não têm condição. A única instituição é o Senado da República”, declarou.

Russi também enfatizou que nenhum cidadão está acima da lei, independentemente do cargo que ocupe.

“Qualquer brasileiro tem que ser submetido aos rigores da lei. Então, pode ser ministro, pode ser deputado, pode ser empresário, pode ser quem for. Eu acho que ninguém está livre, se fizer ilícito, se fizer alguma coisa errada, de passar por um processo de avaliação, de julgamento, porque se fez errado, tem que ser julgado, porque a sociedade brasileira não aceita isso”, declarou.

Por fim, ao comentar sobre a expectativa em relação à atuação do presidente do Senado e o legado dos parlamentares frente a esse momento histórico, Max Russi fez um paralelo com sua própria trajetória no Legislativo estadual. Destacando que a história cobrará posicionamentos de todos os envolvidos, especialmente do Senado.

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“É igual à minha história como presidente da Assembleia. Se eu não fizer as boas defesas, os bons projetos, os bons encaminhamentos, daqui uns anos meus filhos, meus netos vão ver a história que o pai deixou aqui como presidente da Assembleia. Ele [Davi Alcolumbre] vai deixar uma história como presidente do Senado. Se ele for omisso, eu tenho certeza de que a história vai cobrar”.

Cabe ao Senado colocar em pauta e decidir sobre o afastamento de ministros do Supremo.

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